Classificação indicativa: 18 anos

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É eficiente, utilitária. Desempenha o papel com êxito. Aceita ser objeto incalculáveis vezes. Quem sabe nem perceba que virou forma, já que faz parte da massa esmagada pelas opressões seculares. Tentam suavizar o ato nomeando de fetiche e o vendem nas prateleiras. Adestram apenas para servir o rei. Não tem direito ao toque, nem ao gozo. Engole para abrandar a porrada que recebe na cama. 

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Fissura

 

Estou na cozinha. A porta se abre. Ele entra de banho tomado. Me dá um beijo na boca, olha pra mim. Abre a bermuda e oferece o pau mole. Em pé, o membro dele fica na altura dos meus lábios. Começo a chupar. Com as mãos, pressiono o pau, vou torcendo a pele rosa, enrugada. Passo a língua, de baixo para cima, e ele começa a se enrijecer. Chupo. Chupo. Chupo. Chupo. Chupo. Tento engolir ainda mais aquele caralho. Me dedico. Meus olhos começam a lacrimejar. Hãn, hãn, hãn, hãn, hãn, hãn. Enfio quase tudo. Sinto o gosto de vômito na minha boca, paro um pouco, tenho medo de sujar o pau dele com o resto de comida. Continuo o trabalho com as mãos. Respiro, antes de cair de boca de novo. Hãn, hãn, hãn, hãn, hãn, hãn. Olho para a cara dele, olhos pregados em mim. O pau fica mais inchado, vou fundo, Ele começa a gozar na minha boca, aceito o líquido misturado com a sensação de vômito, Ele dá um gemido final. Eu enxugo a boca, bebo água, Ele me dá um beijo na testa. “Boa menina!”. Ele sai, eu me mantenho sentada com a boceta molhada.